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sexta-feira, 21 de março de 2014

Drive-in e Cinemas Convencionais voltam a ser tendência de entretenimento para a nossa época em diversas partes do mundo 21 / 03 / 2014

Para alguns que pensaram que certas coisa ficariam para trás como ingredientes integrantes de uma época que passou está muito enganado.O que parecia sonho para os saudosos de lugares como Drive-in voltando a moda e atualmente muitos governos de diferentes países estão adotando incentivos para o retorno dessas áreas de lazer.Assim como a mobilidade urbana os programas de incentivo a criação de áreas de lazer e entretenimento está em alta.Leia uma reportagem da Amanda Barbosa:
Amanda Barbosa | 03/18/2014 |
Hoje em dia é muito raro em grandes cidades não haver algum shopping que tenha um multiplex com várias salas de cinema e uma variedade de filmes, certo? Mas isso tudo era muito diferente há 75 anos atrás. Tudo começou com o cinema Drive – in. Sim, aquele estacionamento enorme, onde você parava o seu carro e curtia um filme. Na maioria das vezes os casais da época iam para dar uns amassos dentro dos carros, mas para isso existiam áreas separadas já que famílias inteiras iam para se divertir.
O primeiro Drive-in foi inaugurado por Richard Hollingshead em 1933, mostrando a comédia britânica “Wives Beware”. Richard só teve essa ideia após a sua mãe, uma senhora acima do peso, reclamar dos acentos pequenos dos Palaces, como eram chamados os cinemas daquela época. Então, ele amarrou lençóis nas árvores do seu quintal e ligou um projetor em cima de seu carro, criando assim um protótipo de um Drive-in. Após anos de estudos, conseguiu chegar a um modelo perfeito e patenteou a ideia, abrindo o primeiro drive-in em New Jersey.
Após a segunda guerra mundial as indústrias começaram a apostar forte no mercado para os jovens, já que a maior parte deles eram os heróis e quem tinha dinheiro no bolso após voltar da guerra. De olho nisso, a indústria do cinema começou a fazer filmes cada vez mais voltados ao público jovem.
O cinema Drive-in só ficou popular em todo o EUA na década de 50 e 60, tendo cerca de quatro mil cinemas drive-in espalhados por todo o país, principalmente nas áreas rurais de grandes cidades, que mais tarde concentrariam grandes residenciais de imóveis, tendo uma enorme concentração de pessoas. O drive-in foi desaparecendo aos poucos graças à criação de Shopping Centers nos subúrbios, que começaram a abrigar os cinemas Multiplex que conhecemos hoje: com várias salas de cinemas e uma variedade de filmes visando sempre maior conforto e segurança, sendo esse ultimo a maior preocupação da população na época.
Ainda existe cerca de 370 cinemas Drive-in nos Estados Unidos, e no Brasil o único que restou encontra-se em Brasília e tem quase 40 anos de existência. (Fonte:Coluna da Amanda Barbosa)
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Voltei:Foi realizado uma espécie de festival no ano passado para divulgar a idéia.Leia a reportagem abaixo:
POSTADO EM 

Cine Chaparral recria nostalgia do cine drive-in

Os famosos autocines inspiraram a programação que acontece no Sesc Osasco nos dias 8, 9 e 10 de agosto. O Cine Chaparral irá recriar toda a ambientação das décadas de 60 e 70 e proporcionar ao público a sensação de voltar no tempo e estar dentro de um autêntico cine drive-in


A história do Cine drive in começa em 1932, quando a mãe do americano Richard Hollingshead reclamou dos desconfortáveis assentos de cinema para pessoas acima do peso. Para solucionar o problema ele criou o cinema drive-in como conhecemos hoje. Amarrou um lençol em duas árvores para servir de tela e, com um projetor Kodak 1928, exibiu um filme enquanto a mãe estava dentro de seu próprio carro.

Em 1933, já com a ideia patenteada, Richard fundou o primeiro cine drive-in com a exibição da comédia de Fred Niblo, Wives Beware,e o slogan “Toda família é bem-vinda, independente de quanto às crianças são barulhentas”.

No Brasil, a ideia chegou em 1968 trazida pelo piloto de fórmula 1, Eduardo Celidônio, que conheceu esse modelo de cinema dois anos antes em uma viagem aos Estados Unidos. Celidônio, preferia usar o termo autocine para definir o Snob’s, que ficava na Avenida Santo Amaro e foi o pioneiro da cidade de São Paulo, com capacidade para 260 carros; funcionou até 1990.

Seguindo o sucesso do Snob’s, Mário Paes da Fonseca abriu o Moon Auto Cine, em 1970, que ficava na Avenida Interlagos (São Paulo)  e que em 1976 virou o Motel Auto Moon, funcionando até 1980.

Em 1971 surgiu no país um dos mais famosos cine drive in’s, o Chaparral. Parceria inicial dos amigos José Sante Ciongoli e Nuncio Basile, ficava no número 2000 da Avenida Condessa Elizabeth Robiano (Marginal Tietê, no bairro da Penha, São Paulo).  O Chaparral teve um curto período de funcionamento, durou apenas 3 anos, funcionando até 1974.
Atualmente, o último cinema a céu aberto que funciona em nosso país é o Cine Drive-In, localizado em Brasília. Aberto no ano de 1973, é um dos marcos históricos para os cinéfilos. Possui uma tela de 312 metros quadrados, e uma torre de som com a transmissão de rádio FM.
Estes famosos autocines inspiraram a programação que acontece no Sesc Osasco nos dias 8, 9 e 10 de agosto o Cine Chaparral irá recriar toda a ambientação das décadas de 60 e 70 e proporcionar ao público a sensação de voltar no tempo e estar dentro de um autêntico cine drive-in.
O filme que abre a programação é o longa Hoje, com direção da cineasta paulistana Tata Amaral e protagonizado por Denise Fraga e Cesar Troncoso. O filme narra a história de uma ex-militante política que recebe indenização do governo brasileiro pelo desaparecimento do marido, vítima da repressão desencadeada pela ditadura militar brasileira (1964-1985). Ela recebe uma visita inesperada que mudará sua vida.
No dia 8, será exibido o clássico Quanto mais quente melhor, dirigido por Billy Wilder, conta com atuações de Marilyn Monroe, Tony Curtis e Jack Lemmon. O filme recebeu cinco indicações ao oscar em 1960, nas categorias de melhor diretor, melhor ator (Jack Lemmon), melhor direção de arte - preto e branco, melhor fotografia - preto e branco e melhor roteiro adaptado.
A invenção de Hugo Cabret, com direção de Martin Scorsese, encerra a programação no dia 9. O filme narra a história de um garoto na Paris dos anos 30, que vive escondido na estação de trem, e guarda consigo um robô quebrado deixado por seu pai. Ao lado de sua amiga Isabelle, ele irá tentar resolver um mistério mágico. (Fonte: Site sescsp.org)
Também existem as opções de cinemas comum como...



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Desde o início da década de 90 Santiago não tem cinema comum que mostre filmes "normais" e com várias sessões múltiplas diárias tipo aqueles que existem em cidades maiores.O cine clio é apenas uma proposta cultural mas como entretenimento e diversão não é satisfatório.Aqueles que querem ir no cinema precisam ir até outra cidade.Assim esse tipo de coisa fica apenas para os privilegiados.Isso é triste!!!!

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