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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Lobista envolvendo lider do governo Dilma em mais uma maracutaia 15 / 02 / 2014

  atualizado às 08h20

Jornal: lobista envolve líder do governo em esquema de desvio de verba



Líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia
O líder do governo Dilma Rousseff na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), é apontado por um lobista apanhado em operação da Polícia Federal como responsável por direcionar verbas para empresas que financiavam candidatos do PT. Além disso, um ex-chefe de gabinete de Chinaglia, identificado como Eli, é citado como intermediário de uma reunião na qual a empreiteira Leão Leão buscaria recursos do BNDES. Em troca da verba, a empreiteira apoiaria a campanha de um assessor de Chinaglia, o Toninho do PT, em Ilha Solteira (SP). Chinaglia aparece em escutas da Operação Fratelli, do Ministério Público Federal e do Estadual. Os alvos da operação são fraudes em licitações que somam R$ 1 bilhão em dinheiro federal. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
As verbas, oriundas de emendas parlamentares, eram dos ministérios das Cidades e do Turismo. Nas escutas telefônicas há menções a três deputados do PT na operação: além de Chinaglia, Cândido Vacarezza e José Mentor. Chinaglia afirmou nesta quarta-feira que ele próprio pretende propor a abertura de inquéritos na Procuradoria-Geral da República e na Polícia Federal sobre o caso, porque é "o maior interessado" em esclarecer os fatos. Ele disse que não conhece Gilberto da Silva e que, se alguém de seu gabinete tentou intermediar interesses de empresas no BNDES, foi sem seu conhecimento. Disse ainda que o ex-chefe de gabinete citado na operação foi demitido e hoje trabalha em outro gabinete do PT. Cândido Vacarezza afirmou que nunca manteve qualquer tipo de relação com os fatos da operação e José Mentor, que recebeu R$ 550 mil em doações eleitorais das empresas de um dos investigados, Olívio Scamatti, disse ter "contatos esporádicos" com o empresário.(Fonte:Terra)

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